quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Feliz 2009.


Desejamos a todos os internautas que acessam nosso blog um feliz 2009; aos vestibulanos e vestibulanas que aguardam o resultado do vestibular os nossos mais sinceros votos de sucesso. Que o ano novo tenha início com a sua tão esperada aprovação no vestibular e que Deus abençõe-nos a todos com saúde, paz, muito estudo e bastante trabalho junto das nossas famílias.
Adailton Figueiredo.
Agenor Pichini.
Bosco Oliveira.
Henrique Lucena.
João Carlos Rocha
Luís Eduardo Suassuna ( Kokinho)
Sami Andrade.
Wellington Albano.

História em quadrinhos (24)

Fonte: http://jboscocartuns.blogspot.com/

História em quadrinhos (23)

Fonte: http://ivancabral.blogspot.com/

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Para gostar de ler.(parte 13)


Gramática.

No princípio era o verbo.
Depois veio o sujeito
E os outros predicados
Os objetos, os adjetivos,
Os complementos
Os agentes, essas coisas.
E deus ficou contente.
Era a primeira oração.

Plínio Sanderson.

E-mail.


Recebi um e-mail muito gentil do nosso aluno Pedro Henrique Alcântara e, com o consentimento do mesmo, torno-o público. Seguem trechos:

"Adailton, Aproveito o clima de festividades para lhe agradecer por ter contribuído ao longo deste ano (...) com minha preparação para o vestibular. Sua ajuda foi fundamental para o meu desempenho nas disciplinas de humanas, principalmente história. O nível do isolado é surpreendente: vocês abordam temáticas transversais que aparentemente são apenas para ilustrar o conteúdo e que, por coincidência, superpresa ou não, aparecem na prova elaborada pela banca. A exemplo da prova deste ano, cujo tema norteador foi cultura. Tema este trabalhado muito bem por você e Henrique ao falarem sobre historia da vida privada, entre outros. Agradeço-lhe de coração (...) pela oportunidade de estudar em um isolado que vem crescendo cada vez mais no atual cenário tão competitivo de cursos isolados. (...). FELIZ NATAL FELIZ ANO NOVO.
Que em 2009, o CIS cresça mais e mais... Mais uma vez, muito obrigado".
Pedro Henrique
Nota do Blog.: Prezado Pedro Henrique,
Agradecemos suas palavras tão generosas; foi uma prazer tê-lo como nosso aluno. Desejamos a voce sucesso no vestibular e na vida. Que Deus o ilumine.
Equipe CIS.

História em quadrinhos (22)

A crise continua desempregando.

Fonte: http://ivancabral.blogspot.com

domingo, 28 de dezembro de 2008

A favela e o palácio.

O Palácio do Planalto, símbolo do poder em nosso país, virou uma favela. E não foi nenhuma voz de oposição ao governo Lula que disse, mas de seu próprio inquilino, o presidente da República.

Num encontro com o arquiteto Oscar Niemeyer, que desenhou a côrte e seus palácios, Lula reclamou dos carpetes antigos, das divisórias malfeitas, do teto mofado e, com a autoridade de quem um dia foi pobre-migrante-favelado, concluiu: “isso aqui tá uma favela!...”

Coincidência ou não, o desabafo do presidente foi feito no mesmo dia em que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciava que 1/3 dos municípios brasileiros convivem com o mesmo problema de Lula.

Dos 5.564 municípios do país, 1.837 têm favelas e outras habitações miseráveis, sem falar nos loteamentos irregulares ou clandestinos. São Paulo, o Estado mais rico da federação, tem 203 municípios com problema de habitação, bem à frente de Pernambuco (109) e o Rio de Janeiro (63).

Na cidade de São Paulo, um em cada quatro paulistanos, ou seja, 3,2 milhões de pessoas vivem em 1.500 favelas ou em 1.200 loteamentos irregulares. É quatro vezes a população de Natal ocupando 10% da paulicéia, gente que ganha menos de 3 salários mínimos mensais e não podem assumir um financiamento habitacional privado.

Parte da falta de moradia na capital foi agravado pelos tucanos do PSDB que há anos controlam o governo do Estado. Eles privilegiam os pequenos municípios, de baixo déficit habitacional, controlados por seus correligionários, em detrimento das cidades maiores, controladas por adversários, onde o problema da falta de moradia é mais grave.

Enquanto isso, o que se vê em São Paulo é um lançamento por dia de empreendimentos dirigidos à classe média, sobretudo a jovens casais e às famílias menores que podem para pagar um financiamento. Para quem está abaixo dessa linha, a saída é sujeitar-se às precárias e arriscas condições de moradia nas favelas e loteamentos clandestinos.

Em Natal não deve ser diferente, talvez seja até pior. Até porque não temos mais a lendária COHAB, que marcou época nos anos 70-80 com a construção de milhares de casas populares na longínqua zona norte e no extremo sul da cidade, deixando o meio do caminho aberto à especulação imobiliária.

Era o tempo em que o dinheiro fácil do Sistema Financeiro da Habitação fazia a festa das construtoras e levava para longe do centro milhares de famílias que moravam de aluguel, entregando-os à própria sorte e ao sofrimento da falta de infra-estrutura.

Esse modelo, iniciado com a Cidade da Esperança, nos anos 60, teve um fim melancólico. Maculado por escândalos, desvios e desmandos, que culminaram com o fim do BNH, foi-se junto com ele, o sonho da casa própria de milhões de brasileiros, a ponto de vermos repetido hoje, o mesmo drama vivido pelos soldados que combateram Antônio Conselheiro na Guerra de Canudos.

De volta do Rio de Janeiro, vitoriosos, em vez de condecorações, foram dispensados pelo governo e passaram a ocupar o Morro da Previdência, no Morro da Favela, sertão da Bahia, criando a primeira favela de que se tem notícia na história do Rio de Janeiro.

Canudos também emprestou o nome desse novo jeito brasileiro de morar. Favela era o nome dado pelo sertanejo à euforbiácea Cnidosculus Phyllacanthus, planta muito comum nas terras de Conselheiro.

Passado um século, a favela que um dia deu nome ao morro que serviu de calvário ao monarquista Conselheiro, chega, enfim, ao palácio símbolo da República do Brasil. E pelas milhares de favelas do Brasil, os herdeiros daqueles brasileiros que se enfrentaram em Canudos continuam resistindo ao abandono e à indiferença do governo.

Ciro Pedroza, jornalista.
Fonte: http://www.tribunadonorte.com.br/, 23.12.2008, 15h05min.


sábado, 27 de dezembro de 2008

O trânsito de Natal, o crescimento urbano e os motoristas mal habilitados.

Não é novidade que o trânsito de Natal vem mostrando-se caótico.Foi-se a época,e talvez alguns nem lembrem, que Natal não tinha congestionamentos constantes,em qualquer hora do dia,à salvo ocorrências de acidentes nas vias arteriais.

A quem ou a quê devemos creditar tal situação? Para os mais leigos façamos uma breve explicação:toda cidade sofre com uma processo de crescimento populacional, não provocado pelo crescimento natural somente,mas pela forte atração (êxodo rural) que elas exercem naqueles que a procuram em busca de "saída".As cidades "explodem" populacionalmente e não crescem da mesma forma devida sua infra-estrutura física,o que chamanos de crescimento urbano.O problema é que esse crescimento urbano não consegue acompanhar o aumento populacional que pressiona a demanda por mais vias de circulação,saneamento,transportes coletivos,energia,água encanada,segurança,saúde,educação.Essa infra-estrutura é de competência do Estado,do poder público (federal,estadual e municipal) e estes por sua vez se mostram "lerdos", "mancos", incapazes de acompanhar com rapidez as transformações estruturais nos grandes e médios centros urbanos.Com isso, temos inúmeros casos de cidades que não conseguiram planejar ações que evitassem uma velha história no capítulo da urbanização brasileira: a urbanização caótica que reflete a favelização,a periferização,o caos urbano.

Pois bem, assim encontra-se Natal,que nos últimos 15 ou 20 anos multiplicou por 10 o número de veículos automotores circulantes e não foi capaz de se planejar para essa realidade que fatalmente todos sabiam que iria acontecer.E hoje vemos uma Natal onde obras maquiladoras emergenciais em nada ou pouco resolvem essa problemática:diminui a espessura de um canteiro aqui,constrói uma pseudo avenida mais rápida alí,retiram-se retornos e multiplicam-se faixas de viadutos aculá e nada de melhorias concretas.

Para piorar tal quadro, temos ainda que mencionar o péssimo desempenho de nossos motoristas.Não, eles não são os piores do país,pois bem já andei por muitos outros estados e municípios das várias regiões do país,mas posso afirmar que estão caminhando a passos largos para ocupar essa posição.Quem nunca foi trancado na faixa rápida por alguém dirigindo a 30Km/h e quando sinalizou com faróis que gostaria de passar num foi xingado?Quem nunca,como eu, não fez da faixa da direita,a destinada para carros lentos, o seu corredor de passagem,infringindo a lei de trânsito não por culpa nossa,mas passar é preciso?Quem nunca foi "trancado" por motoristas assasinos que nem sabem que aquelas luzinhas amarelas nas extremidades laterais dos carros servem para sinalizar uma mudança de faixa ou conversão à direita ou esquerda?E olhe que no exame de direção se o candidato deixar de sinalizar uma vezinha sequer estará reprovado!Por vezes acho que aqui em Natal as luzes sinalizadoras deveriam ser vendidas à parte,como acessório opcional para quem usa.Tenho a certeza de que pouquíssimos comprariam.Precisa citar as vezes que vi alguém conversando ao celular e dirigindo?Acho que não!

Resultado de tudo isso?Ruas e avenidas congestionadas,colisões(frontais,laterais,traseiras...)motos e corpos espalhados pelo chão,buzinas a todo vapor,discussões entre motoristas estressados e mal habilitados cotidianamente...uma verdadeira visão do caos instalado!!!

E tenho dito!!!
P.S:A foto é creditada a Canindé Soares (canindesoares.blog.digi.com.br)

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Auto de Natal na UFRN.(parte V)


Fechando hoje o evento Auto de Natal, na praça do Campus Universitário, teremos, além, claro, da apresentação do espetáculo "A Festa do Menino Deus", um show imperdível: Natal Canta a Cidade do Natal com Khrystal (foto), Lane Cardoso, Glorinha Oliveira, Galvão Filho, dentre outros grandes nome da excelente Música Popular Potiguar.
Para quem já conhece o trabalho desses artistas, eis uma grande oportunidade de um reencontro. Prá quem não conhece eis uma chance de conhecer um trabalho de qualidade. Prestigie.