segunda-feira, 24 de maio de 2010

Gabaritos do Módulo 2


Já estão disponíveis os gabaritos do módulo 2.

Clique AQUI e faça o download para seu computador.

domingo, 23 de maio de 2010

O CIS no cinema!

Atenção, pessoal!

Estamos divulgado a nossa aula sobre "Transformações na Idade Média", tendo como pano-de-fundo o filme Robin Hood.

Como já é tradicional da nossa equipe, tendo em vista as aulas que fizemos com os filmes Cruzadas, Código da Vinci, 300 e Operação Valquíria, vamos utilizar o cinema como recurso didático, com intuito de facilitar a compreensão de um assunto extremamente importante para o vestibular da UFRN, sobretudo após as modificações ocorridas no edital deste concurso.

Não deixem de ir! Será mais um grande evento da equipe CIS!


Russell Crowe interpreta Robin Hood no filme dirigido por Ridley Scott.


Informações sobre o evento:
  • Filme: Robin Hood
  • Local: Moviecom (Praia Shopping)
  • Datas: 29 e 30 de maio
  • Horário: 8 - 12h
  • Investimento: R$ 12,00
  • Vendas: CIS e CDF (Unidade Princesa Isabel)
Para mais informações, é só ligar 3221-3883.

Esperamos todos vocês!

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Assista ao trailer.




segunda-feira, 17 de maio de 2010

Por que sou contra a pena de morte


Passeio descuidadamente pela internet. No meio de meu zapping virtual, uma notícia me chama a atenção: após 29 anos na cadeia, condenado à prisão perpétua pelo estupro de duas crianças, um norte-americano foi libertado depois da comprovação de sua inocência. Dois exames de DNA, feitos por laboratórios diferentes, provaram que o sêmen encontrado nas roupas íntimas das vítimas não poderia ser de Raymond Towler, o acusado e condenado pelo crime. Aos 52 anos, ele retornou ao convívio familiar e recuperou sua liberdade, lhe tirada aos 24 anos, quando ainda iniciava sua carreira como músico. Proferida a decisão, Towler anunciou ser aquele o dia mais feliz de sua vida e que não sentia ódio por ninguém, levando a juíza do caso às lágrimas.

Este pequeno relato apresenta o argumento principal deste texto: a justiça é falível, pois é administrada por homens. Não apenas isso: está sujeita a preconceitos sociais, culturais e raciais – não custa lembrar que Raymond Towler é negro e o estado de Ohio, onde ele estava preso, é composto principalmente por uma população branca (cerca de 80%). Assim, inocentes podem pagar por crimes que jamais cometeram, com o Estado cerceando um de seus direitos fundamentais mais preciosos – a liberdade. Retira-lhes as oportunidades da vida, o contato com as pessoas, com a natureza, com a vida fora do sistema prisional.

Entretanto, a pena de reclusão, por pior que seja, pode ser reparada. Diz-se que os 29 anos retirados de Towler não voltarão. Pelo menos ele ainda terá alguns anos pela frente e, em liberdade, poderá retomar sua vida. E se ele tivesse sido condenado à pena de morte? Executado pelas autoridades, poderia ele, depois da comprovação de sua inocência, ressuscitar? Poderia ele rever seus familiares? Poderia ele reconstruir seu cotidiano?

A pena de morte é capital: não permite erros ao judiciário e nem que novas técnicas científicas possam inocentar os assassinados por ordem do Estado. É sem volta. Por esse motivo, sou contra pena de morte.

Mas – me dirão os muitos defensores deste tipo de penalidade – são raros os casos em que inocentes terminaram executados, pois a pena de morte não é utilizada indiscriminadamente. Ou, para utilizar outro raciocínio, dirão que os benefícios sociais, em termos de redução da criminalidade, são enormes. E, frente ao ganho geral da sociedade, vale a pena correr o risco de um inocente perder a vida.


Joaquin José Martinez ficou quatro anos no corredor da morte, mas era inocente.

Não consigo aceitar qualquer um desses argumentos. Começo por refutar o segundo: não há comprovação estatística da redução da criminalidade por causa da possibilidade do criminoso ser punido com a morte. Existem vários estudos publicados e a maioria deles aponta que a diminuição dos índices delitivos relaciona-se com fatores extra-penais, como a melhoria das condições de vida da população e o acesso a direitos fundamentais básicos, como saúde, educação e habitação.

A respeito do primeiro argumento, respondo citando Carlos Marchi, autor do livro Fera de Macabu, que conta a história de um dos últimos condenados à morte no Brasil. Num debate público sobre a pena capital, ocorreu o seguinte diálogo entre ele e um participante:

Perguntaram-me: “E se a vítima fosse sua filha?”

Respondi: “E se o acusado fosse seu filho e ele, olhando fundo nos seus olhos, dissesse – ‘Pai, sou inocente’?”

Ao que acrescento: E se o acusado fosse você e, sabendo de sua inocência e de mãos atadas, não lhe restasse mais nada senão esperar o dia de sua morte?

domingo, 16 de maio de 2010

Professor Bosco, de Geografia, retoma suas atividades no CIS.

O professor João Bosco de Oliveira está de volta a equipe de Geografia do CIS. Por qustões de incompatibilidade de horário em setembro do ano passado, Bosco se viu na necessidade de se licenciar temporariamente do CIS.Todavia, agora ele está de Volta.

Para o professor Sami Andrade "o retorno de Bosco era esperado e importante pela possibilidade de agregar valor a já consolidada marca CIS."

"Fico feliz em tê-lo novamente conosco. Creio que ganha o aluno CIS, da área de humanas pois, sem dúvida o conhecimento e a experiencia de Bosco são inquestionáveis.", afirmou professor Agenor Pichinni.

Para Elmar Anselmo "é importante destacar que o retorno de Bosco é, sem dúvida, um fator que contribuirá, mais ainda, para o sucesso do aluno CIS no vestibular".

terça-feira, 4 de maio de 2010

Estados Unidos da América divulgam tamanho do arsenal.


Em um anúncio destinado a fortalecer a posição de Washington nas negociações do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP) e no pedido de sanções contra o Irã, o Pentágono revelou que os EUA têm 5.113 ogivas. “Achamos que está no nosso interesse, de nossa segurança, ser o mais transparente possível sobre o programa nuclear dos EUA”, disse a secretária de estado americano Hillary Clinton. De acordo com reportagem do jornal Estadão, é a primeira vez que o governo norte-americano divulga, oficialmente, o tamanho de seu arsenal nuclear.

sábado, 1 de maio de 2010

Quem é o cara, afinal?





A frase recentemente pronunciada pelo atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, “Lula é o cara!”, soou para muitos brasileiros como regozijo ou ofensa. Que o presidente Lula divide as opiniões políticas desse país não é novidade. Temos de um lado um grupo otimista que atribui a ele os atuais índices de melhoras alcançados em escala nacional e internacional. Já do outro, temos uma ferrenha oposição que tenta desesperadamente acusá-lo de corrupção, incompetência e negligência pública. E, claro, ainda temos os que repetem discursos prontos e ultrapassados de que este país não vai pra frente porque o “presidente é analfabeto” ou, em alguns casos passíveis de punição legal, “o presidente é nordestino e burro”.


Particularmente, eu tenho presenciado muitas discussões pouco inteligentes sobre política. Não sou lulista, nem petista, nem psdbista, nem serrista, nem dilmista e nenhum tipo de “ista” que possa representar alguma filiação dogmática a alguma corrente política. Falando como um reles conhecedor da história política do Brasil, acredito mesmo é num sentido evolutivo do cenário político brasileiro.


Para mim, o ponto forte e positivo do atual governo foi, desde a primeira eleição de Lula, ter iniciado uma perturbação interna que aleijou o carcomido esquema pluripartidarista que tornava inoperante a realização da política brasileira desde a abertura de 1985 (para não falar de antes...). Explico: a eleição do PT em parceria com outros partidos que n’outros tempos poderiam ser seus arquiinimigos, provocou a ruptura do velho e desgastado sistema de direita versus esquerda, promovendo, pouco a pouco, uma integração de partes interessadas em compor um Estado que caminha para a síntese ao invés de querer ser a antítese em essência.


Sejamos honestos: o projeto neoliberal da política e da economia brasileiras que arranca elogios da crítica internacional foi iniciado com Fernando Collor, o mesmo que sofreu impeachment, sendo banido do cenário político acusado de altos níveis de corrupção. De lá pra cá, não há outro meio de se relacionar com as grandes economias globalizadas sem adotar o viés neoliberal, que não é, como podem pensar alguns, um monstro devorador dos países pobres, sendo muito mais um veículo mundial de circulação de mercadorias e de transações comerciais e políticas que acompanha o ritmo acelerado da sociedade de consumo atual.


Agora eu paro e pergunto: tudo isso parece com o PT dos anos 80, com o partido operário que denunciava a ineficácia da “década perdida” do Brasil? É evidente que não.


A política brasileira vem passando por um processo evolutivo, através do qual o Estado age como um verdadeiro conciliador, deixando de lado a oposição pela oposição e agregando forças, diluídas em diversas legendas partidárias, em prol da execução de um projeto de nação que se enquadra, definitivamente, no ritmo das economias globalizadas. Um governo-síntese, parecido com aquele de Juscelino Kubistchek, embora muitos acreditem que Lula é uma espécie de “Vargas do século XXI”.


Vejo a figura de Lula com as lentes sociológicas de Max Weber: um líder carismático. E o carisma sempre foi ferramenta importante para a liderança, esta que só existe pela aceitação da população. Não acho que os méritos da política brasileira sejam somente de Lula, mas de uma continuidade que deu certo; uma evolução política que está em curso, mexendo com os velhos esquemas partidários e constituindo um cenário mais coerente, que procura efetivar uma política agindo sobre todos os grupos sociais ao invés de privilegiar uma classe arrancando a ojeriza das outras.


O resultado disso tudo eu vejo nos discursos moderados da oposição, que se vê no desafio imenso de elogiar a política atual do governo tentando convencer a população de que está na hora de mudar por uma simples necessidade da alternância prevista em um regime democrático. E não venhamos com as baixarias estúpidas que enchem nossas caixas de e-mail com currículos perniciosos da candidata Dilma ou com frases antinordestinas de José Serra. Sejamos mais inteligentes e saibamos analisar a conjuntura política do Brasil mais pelo cenário geral das ações governamentais e menos por discursos prontos que reproduzem preconceitos ou desafetos particulares que visam deteriorar mais as personagens políticas do que analisar o resumo geral da ópera.


Lula não é o cara, a política brasileira em geral é que está amadurecendo. E nós, eleitores e cidadãos, temos parte nisso tudo. Portanto, nosso desafio nas próximas eleições será refletir sobre a seguinte questão: “Mudar? Por que eu deveria mudar os rumos das coisas?”. Sem dúvidas, é a reflexão própria que faz a decisão política, não a repetição de discursos tapados e prontos para circulação.

Mariano de Azevedo.

sábado, 24 de abril de 2010

GABARITOS - IDADE MÉDIA



ALTA IDADE MÉDIA:

1. [D]
2. [D]
3. [D]
4. [D]
5. [A]
6. [D]
7. [D]
8. [D]
9. [D]
10. [A]
11. [C]
12. [B]
13. [D]
14. [D]
15. [D]
16. [C]
17. [B]
18. [D]
19. [C]
20. [D]
21. [D]
22. [C]
23. [D]
24. [C]
25. [B]

IDADE MÉDIA CENTRAL e BAIXA IDADE MÉDIA
1. [D]
2. [D]
3. [D]
4. [D]
5. [D]
6. [C]
7. [D]
8. [B]
9. [C]
10. [B]
11. [D]
12. [B]
13. [D]
14. [A]
15. [A]
16. [C]
17. [D]
18. 02 + 08 + 16 = 26
19. 2 + 4 = 6
20. [D]
21. [C]
22. [D]
23. [D]
24. [B]
25. [D]
26. [A]
27. [C]

terça-feira, 20 de abril de 2010

Globo tira do ar anúncio criticado pelo PT.

Após sofrer críticas veiculadas na internet por coordenadores da pré-campanha de Dilma Rousseff, a TV Globo retirou do ar a campanha comemorativa dos seus 45 anos de existência. O responsável por coordenar a campanha da petista na internet, Marcelo Branco, disse, no Twitter, enxergar uma suposta mensagem subliminar em favor de José Serra no anúncio, de acordo com a Folha de S. Paulo. Segundo petistas, a propaganda pró-Serra se caracterizaria no “45″, o número do PSDB nas eleições, e em frases do jingle da Globo, como “todos queremos mais”, o que seria, de acordo com eles, referência ao slogan “o Brasil pode mais” dito por Serra no lançamento de sua pré-candidatura. A Central Globo de Comunicação divulgou nota em que nega relação entre a campanha e candidaturas políticas, mas diz que suspendia a sua veiculação para não dar pretexto a acusações de que estaria sendo tendenciosa.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

UFRN divulga cursos que irão aderir ao ENEM.


A Comissão Permanente de Vestibular da UFRN divulgou na tarde desta segunda-feira (19), a lista dos seis cursos que terão vagas através do Enem. São eles: Engenharia de Software, Geofísica, Engenharia Florestal, Zootecnia, Engenharia Agronômica e Gestão Hospitalar. A idéia de que esses seis cursos selecionem alunos exclusivamente pelo Enem é em caráter experimental, uma vez que a Universidade decidiu manter o formato atual do vestibular para a edição de 2011.

De acordo com a presidente da Comperve, Betânia Leite, os candidatos para estes cursos deverão se inscrever diretamente no Sistema de Seleção Unificada (SiSU), que seleciona os candidatos do Enem. Para ela, isso não implicará em muitas mudanças, uma vez que os dois processos são direcionados por sistemas diferentes.

Segundo a professora, a escolha desses cursos se deve ao fato de não serem cursos tão tradicionais, além de não terem muita implicação com vagas para segunda opção. “A mudança que está sendo proposta é para que a universidade possa acompanhar e contribuir para o Enem”, disse Betânia.

Com relação à adesão definitiva da UFRN ao Enem, Betânia foi incisiva. “Não vamos aderir ao Enem, pelo menos por enquanto. Isso ainda está sendo discutido e planejado. A universidade deve migrar para o Enem, mas isso será feito de maneira gradativa”, enfatizou a presidente da Comperve.

Outra questão apontada por ela é o programa de conteúdos para o processo seletivo, que este ano será o mesmo utilizado para o Enem. Segundo ela isso não trará prejuízos para os alunos, pois tanto o vestibular quanto o Enem possuem abordagens muito próximas em suas questões e isso mostra que futuramente a universidade deve adotar o Enem como processo de seleção para o ensino superior.

Da redação do DIARIODENATAL.COM.BR

quinta-feira, 1 de abril de 2010